16 de agosto de 2012

OS NEGROS E A ESCOLA BRASILEIRA Série Pensamento Negro em Educação


OS NEGROS E A ESCOLA BRASILEIRA 
Série Pensamento Negro em Educação


Relata os resultados de pesquisas acadêmicas, que refletem em diversos aspectos sobre a escola pública brasileira e as relações raciais do ponto de vista ideológico e pedagógico, com enfoque nos afro-brasileiros.

Autores(as): Henrique C. Junior, Eliane dos S. Cavalleiro, Vera L. N. da Silva, Eliete A. de Godoy, Maria T. da Conceição, Delma Silva, Maria A. Matos.

bom estado, com 144 pg, escasso, não perca, saiba mais....

Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos. Caso haja interesse em alguns dos nossos livros, ou em outro que não se encontre cadastrados ainda, pergunte-nos: ---- philolibrorum@yahoo.com.br ---- que conversaremos sobre como conseguir. PHILOLIBRORUM-BIBLIOAFRO cultura griot.

15 de agosto de 2012

SENA, Mariana de Avelar . Compra e venda de escravos em Minas Gerais. Belo Horizonte: Littera Maciel, 1977.

Mariana de Avelar Sena

Compra e venda de escravos em Minas Gerais.
Belo Horizonte: Littera Maciel

1977
bom estado, brochura original, com 110 páginas, escasso, não perca, saiba mais...

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William Bascom The Yoruba Southwestern Nigeria

William Bascom

The Yoruba Southwestern Nigeria

Waveland

1984

livro em bom estado de conservação, cuidadosamente ilustrado, escasso, não perca, saiba mais ....

Clássico livro de Bascom sobre essa que a sua paixão e devoção: os Iorubás da Nigéria.

O autor dedicou seu esforço intelectual para compreender e passar adiante a milenar cultura Iorubá, temos aqui um dos mais importantes estudiosos do assunto.

O Iorubá, com alguns outros grupos do sudoeste africano representam o alto nível de realização cultural na África sub-saariana, eles são um dos povos mais interessantes e importantes do continente.  

O autor oferece descrições detalhadas das estruturas elaboradas econômicos, políticos e sociais do iorubá, o seu conjunto complexo de crenças religiosas e suas formas de arte mundialmente famosas.

Origens e História, Economia, Governo, estrutura social, o Ciclo de Vida, O ciclo espiritual, as divindades, Estética, etc .. 

  
Bascom passou um ano na Nigéria, e revisitado na área de novo várias vezes ...


Autor de entre outros, os clássicos:


"The Relationship of Yoruba Folklore to Divining," Journal of American Folklore (1943) 
The Sociological Role of the Yoruba Cult-Group (1944) 
Ifa Divination: Communication Between Gods and Men in West Africa (1969,
African Art in Cultural Perspective: An Introduction (1973)
Sixteen Cowries: Yoruba Divination from Africa to the New World (1980)




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4 de agosto de 2012

Arthur Ramos Edson Carneiro Gilberto Freyre e outros. Novos Estudos Afro-Brasileiros




Arthur Ramos Edson Carneiro Gilberto Freyre e outros.

Novos Estudos Afro-Brasileiros

Trabalhos apresentados ao 1º Congresso Afro-Brasileiro do Recife.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira

1937.


livro em muito bom estado de conservação, capa brochura original, escasso, não perca, saiba mais...

(Biblioteca de divulgação científica, IX), um dos principais veículos de divulgação dos estudos etnográficos sobre o negro realizados com grande força em várias partes do Brasil.

Com um souvenir de época tratando do mesmo assunto, deixado dentro do exemplar pelo antigo dono.

Um dos mais importantes livros sobre a temática afro-brasileira. Importante coleção da década de 30 dirigida pelo estudioso Dr. Arthur Ramos.

Ilustrado: Desenhos de Lasar Segall; Santa Rosa; Portinari;

Diversos textos dentre os quais:

Aspecto da influencia africana na formação social do Brasil. Uma escava original.

Xângo. O problema do negro e do mestiço no Brasil. Musicalidade do escavo negro no Brasil.

Ohum eniadudu. Lendas Fons ou Dahomeanas, etc ...

Diversos autores:

Arthur Ramos. Rodrigues de Carvalho. Luis da Camara Cascudo.

Carlos Pontes. Edson Carneiro. Jorge Amado.

Juliano Moreira, viuva. Leonildo Ribeiro. W. Bernadelli.

Isaac Brown. Jovelino M Camargo. Gonsalves de Mello.

Nair de Andrade. Jarbas Pernambucano. Samuel Campello.

Giberto Freyre. Jacques Raimundo. Ulysses Pernambucano.

Jorge Amado. A Austregesilo. Bastos Avila.



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CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO, OUTRO, OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA

philolibrorum@yahoo.com.br que conversaremos sobre como conseguir.


ESTA PÁGINA VISA CONTRIBUIR PARA A ELABORAÇÃO DA BIBLIOGRAFIA SOBRE A TEMÁTICA 'NEGRO', SOBRETUDO NO BRASIL. TRABALHAMOS COM O FORNECIMENTO DE LIVROS ESGOTADOS, RAROS, FORA DO COMÉRCIO, RECOLHIDOS E OUTROS SOBRE A TEMÁTICA AFRO BRASILEIRA, CASO QUEIRA É SÓ NOS CONTACTAR. ABRANGEMOS DIVERSAS ÁREAS DO CONHECIMENTO DESDE OS ORIXÁS ATÉ MILTON SANTOS O MAIOR INTELECTUAL NEGRO DO SÉCULO XX.

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3 de agosto de 2012

Henrique Dias - "Terço de Homens Pretos e Mulatos do Exército" Legião Regimento Henriques considerado o "pai" das militares negros no Brasil

Henrique Dias foi um brasileiro filho de escravos africanos libertos nascido em princípios do século XVII, na capitania de Pernambuco, Brasil.

Foi mestre-de-campo e cavaleiro da Ordem de Cristo. Não existe consenso entre os historiadores se nasceu cativo ou livre.  No contexto das Invasões holandesas do Brasil, ofereceu-se como voluntário a Matias de Albuquerque para lutar contra os holandeses, tendo recrutado um grande efetivo de africanos oriundos dos engenhos conquistados pelos invasores. Henrique Dias em rótulo de cigarro.  Participou de inúmeros combates, distinguindo-se por bravura, nos combates de Igaraçu onde foi ferido duas vezes, participou ainda da reconquista de Goiana e, notoriamente, em Porto Calvo, em 1637, quando teve a mão esquerda estralhaçada por um tiro de arcabuz. Sem abandonar o combate, decidiu a vitória na ocasião.  Estando Portugal em trégua com a Holanda, Dom João IV desautorizara a Insurreição Pernambucana contra o domínio holandês, do que estes muito se valiam espalhando a notícia. Henrique Dias, no entanto, sem autorização superior escreveu-lhes: "Meus senhores holandeses. Meu camarada, o Camarão, não está aqui; mas eu respondo por ambos. Saibam Vossas Mercês que Pernambuco é Pátria dele e minha Pátria, e que já não podemos sofrer tanta ausência dela. Aqui haveremos de perdar as vidas, ou havemos de deitar a Vossas Mercês fora dela. E ainda que o Governador e Sua Majestade nos mandem retirar para a Bahia, primeiro que o façamos havemos de responder-lhes, e dar-lhes as razões que temos para não desistir desta guerra."

Como mestre-de-campo, comandou o Terço de Homens Pretos e Mulatos do Exército Patriota, também denominados Henriques, nas duas batalhas dos Guararapes (1648 e 1649), vindo a falecer em 1662, oito anos após a vitória sobre os holandeses. Pela criação desse Terço, pode ser considerado o "pai" das milícias negras no Brasil.


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Mãe Meninazinha d' Oxum. Memória dos cultos afrobrasileiros...

Maria do Nascimento, Mãe Meninazinha d'Oxum, foi iniciada em 1960, na Casa-Grande de Mesquita, por sua avó biológica, Iyá Davina.  Sua mãe biológica, Mariazinha de Nanã, teve quinze filhos - todos iniciados na mesma Casa-Grande. Quando engravidou de Meninazinha, o Omolu de Iyá Davina disse que naquela barriga havia uma menina, filha de Oxum, e que seria a herdeira do Axé. Em 18 de agosto de 1937, nascia, assim, Maria do Nascimento - Meninazinha d'Oxum.   + Ampliar      A primeira, Waldemira do Nascimento, Mãe Dininha d'Oxossi, fora confirmada ekédi em 1950, na mesma Casa-Grande de Mesquita. Era ekédi do Omolu de Iyá Davina. Mãe Dininha teve duas filhas, que hoje têm papéis importantes no egbé: Mãe Nilce d'Iyansã e Mãe Neide d'Oxaguian (ekédi). A segunda, Djanira do Nasimento, Mãe Dêja, que foi, até o seu falecimento em 1988, a Iyá Kekerê do Ilê Omolu Oxum. Djanira fora inciada por Tia Pequena para Iyansã, em 1951, na Casa-Grande de Mesquita. Mãe Dêja teve cinco filhos, que hoje, também ocupam papéis importantes no terreiro: Mãe Lucia d'Omolu, Mãe Hilda (ekédi), Ekedi Zeneide, Ekedi Solange e Ogan Carlinhos. Ekédi Solange casou-se com Ogan Jorge, filho de Mãe Noélia d'Iyansã (iniciada no mesmo barco de Mãe Lúcia d'Omolu), por sua vez, filha de Mãe Angelina d'Ogun, iniciada por Bandanguame, no Terreiro do Bate-Folha, em Salvador - o que, mais uma vez, comprova os vínculos criados entre o povo-do-santo no Brasil. De seus doze irmãos, apenas, Waldemar do Nascimento, Pai Mado, é vivo. É um dos ogans mais antigos da casa, junto com Pai Wilton (marido de Mãe Nilce d'Iyansã) e Pai Carlinhos (filho biológico de Mãe Dêja).

fonte:
 http://memorialdavina.com/mae_meninazinha.html#

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Negros escravizados em São Paulo antigamente fugiam rebelavam-se e reuniam-se para dar o troco ....

Calhambotas e quilombos

O lugar, hoje, se chama Paraíso. Longe estava, porém, no passado, de merecer esse nome. Então, a chácara que deu origem ao atual bairro chamava-se "Quebra Bundas" ou "Telégrafo" e fôra especialmente montada para castigar atrozmente os escravos fugidos, ou simplesmente para "ensiná-los" a servir melhor aos seus senhores( os pobre apanhavam até o descadeiramento, daí o nome do lugar).
Como aquela chácara, outros locais serviam também de palco de suplícios. Em 1831, uma postura estabelecia a pena de cinqüenta açoites a escravos que provocassem desordens.
Refugiados em quilombos e esconderijos, muitos dos escravos autolibertados, porém, não se intimidavam e saíndo em grupos — os chamados calhambotas — atacavam os viajantes nos caminhos de acesso à cidade. Recebeu ordens, em 1771,o capitão Baltazar Roiz Borba para providências com relação a "uns calhambolas" ,acusados de distúrbios,roubos e mortes que agiam "pelo distrito de Pinheiros"
Vinte anos depois, o governador Lorena decretava o ataque de patrulhas aos quilombos com objetivo de prender ou matar seus integrantes "que tanta desordem andavam fazendo."
Não obstante as medidas de repressão, o problema persistia. Escravos aquilombados nas freguesias da Penha, de São Bernardo, de Santana, do Ó, de Cotia e de Santo Amaro também traziam preocupação, com suas desordens e roubos, segundo manifestações da autoridades em 1807.
Nem só em pontos distantes, contudo, agiam os calhambolas. De 1787, é uma ordem da Câmara para que os comerciantes fechassem da cidade seus estabelecimentos e os lavradores trancassem as Casinhas (lugar onde se vendiam gênero alimentícios) "quando dessem oito horas da noite" para evitar as desordens e roubos provocados pelos escravos fugitivos". A exuberante mataria que emoldurava a região central constituía-se num excelente esconderijo. Ainda nos meados do século XIX escravos fugitivos eram caçados na área onde hoje está o Vale do Anhangabaú

Fonte site Almanack Paulistano. 


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1 de agosto de 2012

O jogo dos Buzios Byron Torres de Freitas

O jogo dos Buzios
Byron Torres de Freitas
Eco
1972

bom estado, brochura original, com ilustrações, escasso,  não perca, saiba mais...
 
Jogo da Alobaça; Jogo dos búzios; Jogo do Ifá; Jogo das nozes Obi; Combinações possíveis; Tambores e danças; Comidas e comedorias; As plantas medicinais e os Orixás; A leitura dos Odus ; A vassoura de Nanã Buruku;  O fortalecimento da casta sacerdotal; etc ...


O Jogo de Búzios é a modalidade de consulta por excelência adotada nos cultos afro-brasileiros.

Uma atividade importante que direciona tudo o que é feito, desde os problemas particulares de seus integrantes, até o próprio destino de uma comunidade.

O Jogo de Búzios consiste na manipulação de 16 búzios, os quais o adivinho os sacode com as mãos em concha e os atira sobre uma mesa previamente preparada para tal fim.  Enquanto assim procede, faz perguntas, conversa com as divindades, procurando respostas às dúvidas e situações diversas. Ao caírem, os búzios poderão tomar uma das duas posições - aberta ou fechada - surgindo, assim, um Odú revelador da mensagem desejada.

Os sistemas de consulta praticados, entre eles, os jogos do Ibò, do Obí, Orógbó e Búzios....

Livro em bom estado de conservação, livro interessante para a biblioteca de qualquer estudioso da religião dos orixás, ou interessados na cultura e religião africana, não perca, saiba mais...


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Revista Estudos Africanos Usp Candomblé Kabengele Munanga Revista África. Centro de Estudos Africanos, USP Nº 8


Revista África. Centro de Estudos Africanos, 8.

Fflch / USP

1985

bom estado, com 159 páginas, escasso, saiba mais, não perca....

MUNANGA, Kabengele. “Quadro atual das religiões africanas e perspectivas de mudanças.”


ROUMEGERE - EBERHARDT J. - La nécessité rituelle chez les Maasai.  Le cycle rituel qui s'étale sur vingt ans comprend neuf villages cérémoniels et marque le passage d'un groupe d'âge à l'autre chez les Maasai de Kenya et de Tanzanie.
Structure sociale ; Classe d'âge ; Reproduction sociale ; Rituel ; Religion ; Cérémonie ; Cycle de vie ; Rite ; Village ; Village cérémoniel ; Afrique ; Kenya ; Tanzanie ; Masai ; Ethnologie de la religion ;


NWEZEH, E. C History and fiction : Achebe, Ouologuem, and Armah.  Subject:  Achebe, Chinua ; Ouologuem, Yambo ; Armah, Ayi Kwei ,Criticism and interpretation

ROMANO, Luís.  Cem Anos de Literatura Caboverdiana: 1880/1980, sinopse.

OTAKPOR, Nkeonye  - Negritude : a philosophy of withdrawal or protest. Negritude , Literary movement.

MOURÃO, Fernando Augusto Albuquerque: “A Literatura de Angola, Moçambique, São Tomée Príncipe e o problema da língua”.

MUKUNA, Kazadi Wa. Aspectos Panorâmicos da Música Tradicional do Zaire.

Olusola AKINRINADE . Myths as history : a critique of the traditions of origin of Nigerian ethnic groups.

NOGUEIRA A. ; La situation de la tradition orale face à la musique savante et aux forces industrielles - l'exemple de la tradition orale au Maghreb.  Réflexion sur les rapports de la musique savante et de la musique orale au Maghreb depuis la période musulmane. Les conséquences du développement des media moderne et de la logique du profit pour la musique.

KOPKE, J. O bestiario e a vegetação simbólicos de Une Tempete, de Aimé Cesaire.


MORAES, F. No antigamente na vida.


Com periodicidade anual, contribui na divulgação dos estudos sobre o continente africano, do passado e do presente, compreendendo especialidades tais como a Sociologia, a Antropologia, a Ciência Política, as Relações Internacionais, a Geopolítica, a História e a Literatura, pretendendo servir como um elo cultural entre o Brasil e a África.

Traz em cada edição textos inéditos de autores de várias nacionalidades, publicados em português, inglês, francês, espanhol e crioulo de Cabo Verde.

ÁFRICA: Revista do Centro de Estudos Africanos. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo.

esse volume traz artigos, resumo de tese, notas de leitura, noticiario, sumário...
 
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Revisitando A Terra De Contraste: atualidade da obra De Roger Bastide Editora: FFLCH / USP


Revisitando A Terra De Contraste: atualidade da obra De Roger Bastide

Organização, Olga R. de Moraes von Simson ; apresentação, Maria Isaura Pereira de Queiroz.

Editora: FFLCH / USP
Ano: 1986  - Páginas:105

bom estado, brochura original, com 105 páginas, escasso, não perca saiba mais ....
A observação dos rituais, o depoimento dos integrantes dos cultos e a literatura disponível permitem a Bastide registrar sua primeira apreensão desse universo místico: poderia acreditar que me encontrava em plena África.

O candomblé, com sua filosofia e seus ritos, conformaria uma comunidade mística no interior da comunidade baiana e uma comunidade africana no seio da sociedade brasileira.

O candomblé é descrito nesse momento como um mundo à parte, uma sobrevivência nítida da África no Brasil

Fernades, Florestan. As relações raciais em são paulo reexaminadas.

PEREIRA, João B. A presença de Roger Bastide nos estudos recentes sobre relações raciais no Brasil.

Religião e cultos afro-brasileiros.

FRY, Peter. Gallus africanus est, ou , como Roger Bastide se tornou africano no Brasil.

NEGRÃO, Lisias N.  ; Roger Bastide do candomblé à umbanda.

Cavalcante, A. M. ; O mundo Psi na obra de Bastide.

THEBAUD, A. ; Sociologia da saúde e contato intercultural.

SIMÃO, Livi M. ; Algumas reflexões sobre o conhecimento do evento.

LEITE, Miriam M. ; Roger Bastide meu professor.

ROUMETE, S. A atualidade da obra de Bastide.

MORAES, Eduardo J. ; O identico e o diferente.


Roger Bastide 1898 — 1974 foi um sociólogo francês.  Em 1938 integrou a missão de professores europeus à recém-criada Universidade de São Paulo, para ocupar a cátedra de sociologia. No Brasil, estudou durante muitos anos as religiões afro-brasileiras, tornando-se um iniciado no candomblé da Bahia.  Uma de suas obras mais importantes é O Candomblé da Bahia. Outra obra que merece destaque é As Américas negras: as civilizações africanas no Novo Mundo.



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The Myth of the Negro Past MELVILLE J. HERSKOVITS - Professor of Anthropology Northwestern University. Beacon Press Houston 1964






The Myth of the Negro Past


MELVILLE J. HERSKOVITS - Professor of Anthropology  Northwestern University.

Beacon Press Houston

1964

livro em capa dura, couro lombada e cantos, com 368 páginas, erudito trabalho repleto bibliografia , lista de referencias, bibliografia suplementar, e indice de nomes e termos, bom estado geral de conservação, escasso, não perca saiba mais ....

Livro referencial deste que está entre os maiores estudiosos do tema.

Melville Herskovits estabeleceu enorme esforço intelectual para desmascarar o mito de que os negros não têm passado cultural. Seu estudo sem precedentes da história e da cultura negra recuperou um rico patrimonio Africano na vida religiosa e secular, na linguagem e nas artes.

Obra que visa ajudar a entender a história do negro, história até então ignorada, por zelo e por descuido, contrapondo-se a cinco "mitos" então vigentes. Primeiro, que os negros, como crianças, reagem pacificamente a "situações sociais não satisfatórias"; segundo, que apenas os africanos mais fracos foram capturados, tendo os mais inteligentes fugido com êxito; terceiro, como os escravos provinham de todas as regiões da África, falavam diversas línguas, vinham de culturas bastante variadas e tendo sido dispersos por todo o país, não conseguiram estabelecer um "denominador cultural" comum; quarto, que, embora negros da mesma origem tribal conseguissem, às vezes, manter-se juntos, não conseguiam manter a sua cultura porque esta era patentemente inferior à dos seus senhores; quinto, que "o negro é assim um homem sem um passado". Desmonta toda a falácia má intencionada até então vigente entre estudiosos e ideólogos.


THE SIGNIFICANCE OF AFRICANISMS ;  THE SEARCH FOR TRIBAL ORIGINS;  THE AFRICAN CULTURAL HERITAGE ; ENSLAVEMENT AND THE REACTION TO SLAVE STATUS ; THE ACCULTURATIVE PROCESS  ; THE CONTEMPORARY SCENE: AFRICANISMS IN SECULAR LIFE ; THE CONTEMPORARY SCENE: AFRICANISMS IN RELIGIOUS LIFE ;  THE CONTEMPORARY SCENE: LANGUAGE AND THE ARTS.


"O fundamental do sistema de parentesco é o culto aos ancestrais, o qual, por sua vez, é um componente que mantém unida a visão de mundo. O poder de um homem não termina com a morte, os mortos integram uma parte da vida, as diferenças e poder da vida são transportados para o próximo mundo.
Assim como entre os vivos, os indivíduos de sangue real são os mais poderosos, de modo que os antepassados ​​reais são concebidos como os mais potentes de todos os mortos. Os mortos no Daomé entre os Iorubás, pelo menos, são deificado; entre os Ashanti, isto continua a ser estudado. 

A relação entre os deuses e antepassados é próxima, mas a origem desta colaboração é obscura e extremamente difícil de estabelecer.

Provas apresentadas por Bascom indicam que pelo menos na cidade nigeriana de Ifé, o centro espiritual da vida religiosa Iorubá, os seres concebidos em outros lugares como deuses lá são considerados como ancestrais. As mitologias recolhidas no Daomé também parecem indicar algo de uma ordem similar, irmãos considerados como descendentes de vários deuses ..."


Toda atividade importante na carreira do Dr. Melville J. Herskovits como um antropólogo tem contribuído para as suas qualificações e para a preparação desta obra Negro.  Ele estudou os traços fisicos e culturais do negro, e tem contribuído de forma notável para o conhecimento em ambos os campos. Suas investigações incluíram trabalho não só nos Estados Unidos mas também na África, América do Sul e Índias Ocidentais. Antes deste livro ser lançado ele  trabalhou no Brasil. Sua convicção ao longo da vida que o estudo do negro nos Estados Unidos exige estudo também comparável do negro na África e em todas as partes do hemisfério ocidental tornou possível esta monografia, a primeira análise abrangente sobre as crenças atuais sobre a extensão e significado de traços de origem ....


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